
Vendemos capacidade ofensiva. Recusamo-nos a usá-la indevidamente.
Global Rail Cyber Security é construída em torno de uma recusa absoluta: o motor não toca em um alvo que não tenha sido autorizado. Os controles abaixo são aplicados no console do operador, no banco de dados e no próprio tempo de execução.
Cada engajamento carrega uma allowlist de repositórios, endereços de contrato ou hostnames. O motor se recusa a compilar, buscar ou explorar qualquer coisa fora da allowlist — a verificação reside na camada do banco de dados, não no código da aplicação.
As execuções só ocorrem contra alvos respaldados por um documento de autorização assinado. Os operadores veem o documento vinculado no console para cada engajamento ativo; autorizações expiradas ou ausentes bloqueiam a execução antes de começar.
Varreduras de exploits Web2 / AI são executadas dentro de ambientes de staging em sandbox — seu intervalo, seu isolamento. A sondagem de produção só acontece quando você opta explicitamente e o documento de autorização nomeia esse alvo.
Cada inquilino é isolado por RLS (segurança no nível da linha). O acesso de service-role é reservado para o caminho de ingestão verificado e manutenção de administrador — nunca para leituras comuns.
Cada execução, descoberta, chamada de co-piloto de AI e envio é logado com a identidade do operador e o carimbo de data/hora. Você pode reconstruir exatamente o que o motor fez, contra qual alvo e com qual autorização.
Não fazemos varreduras oportunistas. Não sondamos alvos que não estejam na allowlist de um cliente. Não vendemos alertas brutos como 'descobertas'. Se não podemos provar, descartamos.
Ficaremos felizes em compartilhar ambos antes de qualquer compromisso.
